Page 192 - Revista Lotus-N32-N49
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Passa pola oabooa do qualquor um ossa imagom, ao topo
da montanha, junto a‘janola, saboroando o sou cha ospocial-
rnonto proparado o obsorvando a paisagom abaixo, as folhas
avormolhadas, 0 rio cristalino, manso, mas firrno. No horizonto
a oidado do Kyoto podo sor vislumbrada, impononto o mistori-
OSZI.
C) azul do oéu podo sor vislumbrado até a linha do hori-
Zonto.
“Qua1 é a sua improssao ?” Podoria sor a porgunta quo
obviamonto soria foita a qualquor um quo, como ou, ostivosso
“abobalhado” a obsorvar tal pintura da naturoza.
“Paroco uma Obra do Arte”. “Doixa-nos com uma paz
intorior rnuito grando”- cortamonto soria a rosposta mais ovi-
donto.
Pordido om moio a ossa fantastica cona o maravilhosa
paisagom irnagino quao rnosquinho é o homom quo, no afa do
oonsogu1r aloanoar sous objotivos o sous luoros proprios, os-
quoco por comploto do tantas ooisas bolas quo a naturoza nos
prosontoia
Ponso quo somos muito poquonos poranto toda ossa na-
turoza.
()s oiontistas oonsoguom olucidar muito
a rospoito da vida, porém, mosmo com todo o
oonhooimonto ciontifioo o o avango toonologico
ainda nao so é oapaz do rocriar urn simplos or-
ganismo, ulna baotéria quo soja.
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uma nova vida.
Nos somos, som dvida algurna, um
magnifioo prosonto divino.
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